terça-feira, 11 de setembro de 2007

Depois (bastante!)

Porque é que eu me sinto assim?
Às vezes tão isolada,
Sinto que não valho nada...
Será que é só de mim?
Os outros pensam assim?

Porque é que quando me abraças
nessa altura eu não ligo,
e depois quero que faças
aquilo que eu não consigo:
Saber, sem eu te dizer,
o momento em que os teus braços
são tudo o que quero ter.

Não queria que tu lesses
estas linhas que escrevi.
Parvoíces que redimi
quando quis que tu ouvisses
tudo aquilo que senti,
e sinto,
já sabes, nisto não minto!
Amo-te

1 comentário:

Unknown disse...

Mais uma vez lindíssimo... Quando for grande quero ser como tu :-)

Diziam-m que eu era a monstra da matemática, então, tu és a monstra da poesia...

Um beijão para a minha poetisa preferida