Sinto que sinto mal
que não devia sentir
o que sinto, ocasional,
por não ter p'ra onde fugir
da complexidade das coisas.
Quero convencer-me que
nada disso é verdade
e as coisas não são complexas
e, com sinceridade,
sei que as complico eu,
na minha mente perversa
que a tudo troca o sentido
e a tudo p'la ordem inversa
analisa o conteúdo.
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